sábado, julho 5

É tão bom quando um bom dia daquele pessoa se encaixa perfeitamente no teu acordar com a cara mais cansada e os pensamentos ainda meio vagos
Quando as palavras pensadas são ditas, entonando as outras que não pensamos e queríamos tanto falar... Ô impulsividade, boa
Quando o sorriso que cê dá quando eu falo algo e eu não vejo, como o sorriso que eu mostro que você não vê... Mas a gente sente
E eu nem sei se um dia eu vou te trombar dormindo do meu lado. Almejo, Como diz Rashid: eu na real quero que seja o rascunho do nosso futuro
E também não sei se vou olhar pro chão e ver nossas roupas e os segredos espalhados por ali, e me olhar no espelho vendo que sou muito feliz
Também não sei se vou passar a assinar meu nome com o teu sobrenome. Também não sei

Também não sei se a junção deles vai ficar boa, mas se não ficar, dane-se. É o teu, é você
Eu também nem sei quando que eu vou te ver... Também nem sei se eu tenho você. E se não? Você me fez acreditar, muito bem
Também não sei se você não vai brigar comigo por te mandar calar a boca quando tiver passando jogo do Corinthians...
Também não sei de nada.
Também nem sei se eu sei alguma coisa sobre isso.
Só sei que nem sei, e sinto... Droga

Mas nem era isso, na real. Era uma pergunta...
Posso perguntar?
Quando a gente vai ficar junto?