quinta-feira, dezembro 15
Isso, vem... Me empurra, me joga logo dessa ponte. Eu sei que é isso que você deseja, afinal, amor maior que o meu ele mesmo sabe que nem o seu. Vem, pode me empurrar, mas seja corajosa. Me empurre mesmo, mas que sua consciência pese uma tonelada depois. Pode me empurrar, mas antes olhe nos meus olhos e fale a verdade sobre você. Ou melhor, afirme tudo o que e já sei sobre você. Mas antes, cuidado, alguém aqui pode inverter a situação. Mas uma coisa, quando terminar, feche a boca, pois seu veneno é muito precioso para gastar com o vento. Me empurra agora ou quando eu sair dessa ponte todos ficarão sabendo a idiota que és. Vem aqui, você não quer me empurrar? Empurre-me logo de uma vez. Mas antes, me dê a mão... Pois sua falsidade foi tanta que agora eu vou fazer de propósito a ação de uma amiga, mas vinda de sua parte, que é você cair comigo, aqui... Nesse mar, dessa ponte. Se quiser, pode escrever uma carta por aqui mesmo e deixe o vento levar, ou então, mostre sua harmonia e mande pelos pássaros, pelos pombos.
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