sábado, fevereiro 18

ô, my brother. A ideia lá comia solta, subia a manga, amarrotada social, no calor alumínio não tinha caneta nem papel, e uma ideia fugia, era o rodo cotidiano... era o Rodo cotidiano. 0 espaço é curto, quase um curral, na mochila amassada uma quentinha abafada, meu troco é pouco, é quase nada. Não se anda por onde gosta, mas por aqui não tem jeito todo mundo se encosta, ela some, ela no ralo de gente, ela é linda mas não tem nome, é comum e é normal. Sou mais um no Brasil da Central, da minhoca de metal, que corta as ruas, da minhoca de metal, como um Concorde apressado, cheio de força, voa, voa mais pesado que o ar, e o avião, o avião, avião do trabalhador.                       O Rappa - Rodo Cotidiano.obs: VAMOS ACORDAR MUNDO, VAMOS?!

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