quinta-feira, setembro 13

Minha espera de ti no beiral da janela a cada vez fica pior. O vento tá frio amor, volta logo e me traz aquele teu moletom que eu adoro. Não muda de perfume, vou saber que estás perto pelo teu cheiro. Quando chegar, pega na minha mão firme, vai escorregar um pouco porque tá suada de tanto nervosismo e ansiedade. E me olha nos olhos, daquele mesmo jeito, como se fosse nosso último momento, nosso último beijo e, como se meus olhos não tivessem mais fim e você se aprofundasse. Amor, venha. Venha logo porque a saudade é enorme e a cada segundo aumenta quilômetros. Vem depressa, por favor. Mas quando chegar, me beija e me abraça devagar.

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